Um alô ao engano
e outro desencontro marcado.
A chama da perdição,
sem alarde, arde.
Em busca de encontrar-me por procuração,
escancaro no desconhecido minha expressão descarada.
Sexo sem tesão, ato por ato sem ação.
Dirijo-me à ficção mecânica,
entrego-me à fixação espontânea.
O semblante, o sonho e o convite em verde.
Diálogos no limbo
à espera de tempo aberto.
Mas uma árvore desprendeu suas raízes
e quebrou a janela esquecida.
Uma ventania anunciou bruta mudança
atravessando meu peito como uma lança.
Alívio?
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário