quinta-feira, 1 de março de 2012

Arruinando

Vai-e-vem, vai-e-vem, vai-e-...
Vai? Só vai. Como sempre foi.
Como todos os ciclos: começo, meio, fim.

Fins são novos começos,
necessários.
Nada acabou,
mas esse pressentimento é conhecido.

Essa pitada de não liberdade,
que acelera com agonia o coração.

"Alguma coisa vai... acontecer!
Vai... Acontecer!
Viver é encontrar maneiras diferentes de não morrer"?
Morto-vivo, morto-vivo, ...-vivo! .....................................

E as pedras vão rolando, o mato vai crescendo
e a ruína ganha um novo significado.
Repleto da beleza de tudo que ali existiu.

Pra apreciação de quem não tem nada a ver
com o que passou.
E que supõem mentiras fantasiosas
do nada que sabem.

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